McDonald’s oferecerá serviço nas lojas

McDonald’s oferecerá serviço nas lojas

Cliente será servido à mesa, experiência que deu certo nos EUA

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O McDonald’s anuncia que passará a atender o cliente à mesa em 2017 no Brasil. O teste será feito em uma unidade chamada pela companhia de “restaurante do futuro”, que funcionará na avenida Henrique Schaumann, em São Paulo. Não significa exatamente que as lojas terão garçons: o cliente continuará fazendo seu pedido direto no caixa, mas aguardará sentado que um atendente o leve.

Nos Estados Unidos, o mesmo teste está sendo aplicado em 500 lojas em Nova York, sul da Califórnia e Flórida. Os resultados, segundo a companhia, são satisfatórias, comprovados pelo aumento do tíquete médio dos pedidos.

Na loja-teste de São Paulo serão experimentadas outras novidades. Por exemplo, os quiosques eletrônicos, painéis de autoatendimento. Também em teste nos Estados Unidos, esses painéis estão se mostrando eficientes. A companhia percebeu que, ao utilizá-los, o cliente tende a fazer pedidos maiores, por dispor de mais tempo, sem a pressão por estar em uma fila de caixa.

Neste ano, o McDonald’s já apresentou inovações no Brasil. No final de fevereiro lançou a linha Signature, de sanduíches premium, feitos com ingredientes selecionados e que custam cerca de 30% a mais que a linha convencional. O vice-presidente de marketing da empresa, Roberto Gnypek, disse ao jornal O Estado de S.Paulo que a aceitação da Signature prova que os clientes estão aberto a novidades.

Apesar da recessão, a operação brasileira do McDonald’s está mantendo bons resultados. No balanço do terceiro trimestre da Arcos Dorados – maior franqueadora mundial da marca na América Latina e Caribe – apresentou lucro de US$ 39,2 milhões, 49,6% a mais que no mesmo período do ano anterior, ante prejuízo de US$ 1,8 milhão registrado pela controladora para as regiões onde atua. A receita líquida, de US$ 357 milhões, foi quase a metade (46%) de todo o faturamento da Arcos Dorados.

Globalmente, a marca está no vermelho: fechou o terceiro trimestre com queda na receita e no lucro líquidos, na comparação julho-setembro de 2015. O recuo foi respectivamente de 3%, para US$ 6,4 bilhões e de 2,6%, para US$ 1,3 bilhão.

Fonte: Estadão e The Wall Street Journal

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